quinta-feira, 5 de março de 2009

O que é viver...



O que é viver...


Viver é amar intensamente, mesmo sem saber a resposta.
Viver é sentir de longe o outro, mesmo sem tocá-lo
Viver é sentir irradiar uma alegria que até então não sabíamos que ela estava em cada um de nós.
Viver é sonhar a cada dia sem se importar com o que te incomoda.
Viver é ter a certeza de que somos amados...
Viver é saber que lá do outro lado tem alguém que te ama do jeito que você é.
Viver é poder amar é poder é poder expressar é sentir o outro, mesmo que distante, é pensar a mesma coisa ao mesmo instante.
È saber que apesar das auguras da vida, nós temos o direito de ser amados e felizes, pois um dia mesmo quando não já não acreditamos mais que algo maravilhoso possa nos acontecer, levamos um susto, pois ela acontece...
Você, meu amor é esse algo de maravilhoso pelo qual eu pensei que já não mais pudesse acontecer, mas você veio, você está aqui e eu amo você!!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

À você meu amor...

Que trouxe-me a verdadeira razão para amar novamente.
Amar de uma maneira diferente! Amar os defeitos. Aprendemos juntos!
Amar as palavras. Proferidas com carinho!
Amar os mimos. Que deixam-nos mal acostumados! Amar a birra. Pra fazer um denguinho depois!
Amar a saudade. Pois depois da saudade, sempre vem o encontro!
Amar as músicas. Que canta tudo que queremos dizer!
Amar as coincidências. Ou será que não são coincidências?
Amar o tempo. Pra que ele passe rápido!
Amar a dor. Pois muito tempo sentados na frente do computador, causa dor...
Amar mais ainda a música. Pois foi o que nos aproximou!
Amar o travesseirinho. Na sua ausência, ele me faz companhia!

Amar acordar, às 5:00 da manhã. Mais tempo pra pensar em você, meu amor! Amar mais ainda, leite quente com canela. Agora que sei que você gosta também...
Amar, amar, amar... Esse sempre foi o meu propósito!!! Agora não basta amar, tem que ter você, amor, para explodir de tanto amor... E ser amada, amada, amada....

Adriana 17.09.08

quinta-feira, 7 de agosto de 2008


Deus nos dá sempre a chance de escolher nossos caminhos e as pessoas que queremos que sigam conosco, cabe a cada um de nós estar atento para perceber isso.



Adriana

domingo, 3 de agosto de 2008




Sempre chega o momento...


Sempre chega o momento em que nos deparamos com a realidade.
Sempre chega o momento que acordamos para a vida.
Sempre chega o momento em que percebemos quão inútil nos tornamos quando cultivamos futilidades.
Sempre chega o momento em que precisamos perder algo importante para darmos valor.
Sempre o momento em que levamos um tombo, e só então percebemos que já é hora de amadurecer, que a vida é mãe, muito exigente!
Sempre chega o momento em que somos capazes de perceber as pessoas que nos cercam, e saber em quem realmente podemos confiar, algumas vezes é quem menos esperavámos.
Sempre chega o momento em que olhamos para trás e damos gargalhadas daquela situação de lágrimas que deixamos lá no passado, isso pode ser um sinal de que estamos caminhando para a maturidade e não mais lamentamos os problemas que temos ou que tivemos, mas sim buscamos soluções, e uma delas é manter o bom- humor.
Sempre chega o momento em que os sonhos da infância deixam de ser sonhos e passam a ser uma realidade vivida e muitas vezes nem nos lembramos daquele sonho, talvez porque não eram sonhos, mas um desejo inconsciente.
Sempre chega o momento de nos olharmos no espelho e percebermos que aquela imagem de antes já não é a mesma, neste momento certamente nos descobrimos como realmente somos, pois os olhos já não enxergam mais somente a superfície, mas sim toda a amplitude que há por trás da nossa imagem refletida através dos olhos da alma, então tomamos ciência de tudo que somos, pois sempre esteve contido no que levaremos conosco por toda a vida, o nosso caráter.

Adriana

Busca

Busca

Por que sermos desagradáveis, ser podemos ser gentis?
Por que sermos ríspidos, se poderíamos ser amáveis?
Por que tratar as pessoas com indiferença, se gostamos de atenção?
Por que calarmos diante de uma injustiça, quando buscamos pela nossa própria justiça?
Por que sermos egoístas, quando o mundo precisa de igualdade?
Por que não sabemos ouvir? Só queremos ser ouvidos e nos frustamos se não nos dão atenção.

Por que não elogiar uma criança, quando um elogio eleva a auto-estima de um adulto?
Por que não respeitamos a maneira que cada um tem para ser feliz, quando todos buscam pela mesma felicidade?
Por que não sabemos ceder a vez ao outro, e ainda lutamos pela paz?
Por que não abrimos os olhos para quem estar ao nosso redor e para o que temos? Fazer caridade é antes de tudo valorizar o que e quem temos.
Por que somos tão incompreensíveis, e ainda nos julgamos maduros?
Por que prender quem amamos com nosso suposto amor? O amor precisa ser livre para ser seguro!
Por que perdemos tanto tempo com ideais grandiosos, com a busca constante daquilo que conceituamos felicidade plena, amor perfeito, vida tranqüila, lugar sossegado, pessoas justas e corretas, um mundo sem violência, sermos amados e respeitados?
Enquanto sonhamos, buscando por tudo isso, estamos somente fugindo do que está mais próximo do que poderíamos imaginar, tão próximo que nem notamos. Estamos tão ocupados com coisas banais, com buscas inúteis e infindáveis que nem percebemos que antes de sair procurando por qualquer outro lugar, poderíamos começar essa busca dentro de cada um de nós.

Adriana

quinta-feira, 17 de julho de 2008


Saudade vazia



Cai a noite
Trazendo consigo
A escuridão
Do coração vazio
O vento frio que há
No coração vazio
Solitário, a brisa que toca
A pele áspera pela falta
Do toque das mãos
Boca seca sem palavras
Pela ausência do teu beijo
Pelo silêncio que provoca
Inércia ao corpo
Que torna-se rijo pela
Transparência
Da alma saudosa
Saudade que chega
Saudade estranha
Vazia, pois nunca o tive
Junto à mim
Por isso saudade
Por querer dar-te
Todo amor que guardo pra ti...

Desventura



Pensamento longe
Distante de mim
Junto de ti
Devaneio solitário
Pensamento meu
Lembranças suas
Saudades suas
Desejo de estar
Junto a ti
Porque a distância
Desejo-te junto a mim
Entusiasmo contido
Como desejo sumir
Levando a tua lembrança
Pois não percebe-me
Vivo a sofrer
Na desventura
De te querer e não te ter.